viernes, 6 de julio de 2007

Nossas Lembranças

NOSSAS LEMBRANÇAS
Exitem muitas pessoas que tenhem muitas idéias, desejos, ou sonhos que acabam ficando nisso,mas, eu quisera contar para vocês algumas histórias de lutas e de sonhos realizados por alguns jovens que foram incentivados a "despertar" esse poeta que existe dentro de todos nós,para nos permitir entrar nessa viagem dos que conseguem tomar o trem.
Tudo começou quando chegou nas minhas mãos o livro "NOSSAS LEMBRANÇAS", um projeto organizado pela Professora do nosso "Instituto Madre Vicunha" Evelini Maria Brambilla, me deparei com uma nova maneira de poder participar de esses sonhos e lembrei-me de algo que li fa pouco tempo escrito pelo Autor José Mindlin e que dize assim:"O livro transmite pensamentos,traduz emoções,estimula a imaginação e o sonho,permite que nossas vivências cotidianas se transformem em um mundo cheio de encantos e seduções,dando à vida um sentido intelectual e espiritual de inestimável valor..."
(Mindlin e a paixão pelos livros)
Um pouco de tudo isso e muito mais têm este conjunto de lembranças que despertaram em mim muitas emoções e que hoje vou contar para vocês.

Sonho de Nordestino

Nos anos 80 eu morava no Nordeste e tinha um grande sonho: conhecer Saõ Paulo.Porém,nunca tive oportunidade, por não ter condições financeiras,mas nunca desisti,sempre com fé que um dia realizaria meu sonho.
Nos anos 90 meu primo foi passear em casa e me convidou para vir a São Paulo.
Naõ tive dúvidas, Comprei logo a passagem e viajei com ele.
Quando cheguei,meu primo sugeriu que eu arrumasse um emprego para me estabelecer aqui.Foi um tempo muito difícil. Tive bastante dificuldade,mas,graças a Deus, consegui.
Trabalhei durante dois anos numa boa empresa,mas me sentia muito sozinho.
Quando falava com a família,me dava um saudade imensa.
Certo dia,não aguentando mais,cheguei para o encarregado,expliquei meus motivos e pedi para ser despedido.Ele compreendeu meus sentimentos e acatou minha solicitação.
Retornei para o Nordeste,mas,depois de algum tempo lá,percebi que não me acostumava mais com aquela vida pacata,sem trabalhar,e então voltei.
Arranjei novo emprego e,atualmente,só vou para lá passear,de dois em dois anos.
Hoje me considero um cidadão paulistano.Meu trabalho me permitiu comprar casa própria,um bom carro e também consegui bastantes amigos, o que é muito importante,pois sem eles tudo fica mais difícil.
Não tenho do que reclamar.Há muitas pessoas que vieram para cá antes de mim e não conseguiram o mesmo que eu.
Muito obrigado,meu bom Deus.
José Arnaldo Monteiro da Silva
Espero que tenham gostado desta história!
Ir. Edith



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